“O que é uai?” “Uai é uai, uai”.

(Source: relumbriar)

AVISO: você que tá lendo esse post, arrume sua postura.

(Source: divei)

DECLARADA A 3º GUERRA MUNDIAL, UNICÓRNIOS PEGUEM SEUS TODDYNHOS, NUTELLAS, KINDER OVO, DORITOS, COCA-COLA, CHOCOLATES E AFINS, E BORA ENSINAR PRO POVO DO YAHOO QUE ISSO AQUI NÃO É BAGUNÇA NÃO.

(Source: needabrahao)

Desculpa por ser assim, tá?

(Source: allaxg)

19.5.2013 [ 29 notes ]
"Eu sempre fui assim, meio insegura em relação a varias coisas. Eu sonhava toda noite com aquele tal, conto de fadas. Pensava que em breve encontraria meu tão esperado príncipe encantado. Isso foi antes dos 15 anos. Eu achava que o mundo era perfeito, e cada erro que eu cometeria, seria perdoado e esquecido. Eu acreditava que a fada dos dentes viria, acreditava no Papai Noel. Acreditava no bicho papão. Era muito supersticiosa, acha que se passasse por baixo da escada, quebrasse o espelho, quebrasse o vidro de sal e visse um gato preto, eu teria sete anos de azar. Acreditava que o amor a gente só sentia pelo pai e pela mãe. Eu acreditava naquela frase que minha mãe dizia de “Antes de casar, sara.” Ou até que o machucado, daquele tombo de bicicleta sarava com um beijinho dela. Ficava alucinada com as historias que ela me contava. E pra poder dormir melhor, ela sempre dizia para eu contar carneirinhos, e imaginar o céu e as estrelas, como o azul do mar, e me imaginar velejando, para o mundo dos sonhos. Ela disse que o único problema que eu deveria me preocupar, era se minha bonecas e meus ursos de pelúcia estavam com fome. E mesmo que eu não tenha tido uma infância muito boa, eu lembro de cada momento dela. E daria cada segundo que vivo depois dos 15, pra voltar aos 4. Eu nunca tive tudo o que queria, nunca fui uma filha mimada, nunca recebi amor e carinho como sempre quis. Pro meu pai eu nunca fui uma filha perfeita, e não era a “princesinha do papai”, e nunca tentei ser. Mas eu só queria ter sido uma boa filha, entendem? Meu pai nunca se importou muito comigo e com as coisas que eu fazia. Não ia em nenhuma apresentação que eu tinha, desde dança, até a homenagem do dia dos pais. E eu meio que me sentia sem um pai. Eu via todas as minhas colegas de classe, as minhas amiguinhas, sorrindo pro pai, e eu lá, sem ele… Aquilo era dolorido de mais. E quando eu chegava em casa, sempre dormia agarrada naquele ursinho de pelúcia que tinha o cheirinho do meu pai. Eu não deixava ninguém encostar nele, ele era meu, era meu ponto de segurança, era um pai que eu não tive. E eu sempre chorava e soluçava baixo, e pedia a Deus que fizesse meu pai mudar. Eu lembro com era. “Papai do Céu, por favor, trás meu papai aqui da Terra ao normal, faz ele ser o papai que eu tive quando era um nenem de colo, por favor Papai do Céu.” Meu soluço era tão baixo, que nem eu mesma conseguia ouvir direito. Eu debruçava na cama e chorava, e repetia essas palavras quinhentas vezes por noite, com a esperança que o Papai do Céu me ajudasse. Eu nunca perdi minha fé, eu sempre acreditei que um dia meu pai voltaria ao normal. E eu lembro da primeira vez que meu pai bateu em mim. E eu vi toda a fé que eu tinha escorrendo pelos meus olhos. As surras não eram normais, uma ou duas vezes por mês. Eram 2, 3 a 4 vezes por semana, sempre que ele bebia, batia em mim, na minha mãe e no meu irmão. Presenciar aquelas cenas, era como ver o inferno diante dos meus olhos. E quanto mais eu chorava, mais eu apanhava. Eu ainda sinto a dor dos tapas e das chineladas que ele me dava, aquilo doía tanto… E foi a partir dai que parei de tentar ser a filha que ele tanto desejou. Eu não conseguia nem agradar a mim mesma, quem dera ele. Eu perdi todos os meus sonhos a partir do momento em que eu vi que meu pai não me amava da mesma forma que eu o amava. Por mais que ele me machucasse, eu nunca consegui odiá-lo. Dói em mim ver ele desse jeito, dependente da bebiba, e do cigarro. Dói em mim ver que o meu pai, o papai que me segurou no colo pela primeira vez e chorou, dói ver ele assim. E eu não faço esforço nenhuma pra mudar ele. Porque é impossível tentar concertar algo que não está quebrado. E eu só sou insegura desse jeito porque não tive um pai que dissesse “Tudo bem filha, eu to segurando.” Não tive, e isso é torturante. Meu sonho até hoje é ouvir essas palavras dele. Tudo o que eu queria era ser uma filha boa pra ele."
Maria Augusta sobre seu “pai”. (via ocolizada)

(Source: spokly)

"Já me perguntaram algumas vezes: o que eu faço? E eu digo: não faz nada. Não precisa se montar, decorar um texto, falar pausadamente na frente do espelho, ensaiar a cena, viajar em busca da palavra perfeita. A gente tem que ser a gente. Eu tenho que ser eu. Você tem que ser você. Por mais estranho, maluco, curioso e engraçado que isso seja."
Clarissa Corrêa. (via blowwer)

(Source: tulipas-amarelas)

19.5.2013 [ 2,447 notes ]

‎”Filho da puta.” “Credo, quanto palavrão.” “Deduzo que vossa senhoria seja o filho de um humano do gênero feminino que comercializa o próprio corpo em troca de valores em dinheiro.”

(Source: hyxed)

ODEIO TER QUE TIRAR O FONE PRA FALAR COM OS OUTROS.

(Source: hugm-e)